A má educação

Este post não trata do filme. Eu nem sei do que se trata o filme. Este post vai ser o começo do fim da intoxicação no meu fígado.

Ó, pai, como convivo com gente mal-educada. Graças à minha seletividade e às providências do divino, nenhuma dessas gentes está no meu círculo de relacionamentos pessoais. Elas residem no departamento profissional e atendem pelo nome de cliente. Eu não os odeio, muito menos desgosto deles (na maior parte do tempo), quero mais é que existam à profusão. Mais do que isso, queria mesmo que eles tivessem a oportunidade de voltar pra barriga de suas mães e sair de lá quase como são, só com uns opcionais a mais, conforme a lista abaixo:

– Por favor (aceitamos também por gentileza).
– Obrigado.
– Tive uma nova ideia. *explicação* Quanto vai custar?
– Li de verdade o contrato que assinei.
– Concordo de verdade com a proposta que aprovei.
– Quem decide sou eu, então não apresentarei layouts à minha esposa/marido que não entende nada do assunto.
– Me enrolei pra caralho pra entregar o conteúdo, entendo que a data de entrega será postergada.

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Quando um Pafúncio sonha, o outro abaixa as orelhas.