Sombrinha

Meu irmão pergunta se há alguma chance de obter sucesso vestido de tiozão SM rebolando e cantando uma música com letra Cartilha da Mimi:

“Você pode ficar debaixo do meu guarda-chuva
Uva, uva, uva”

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Ainda sobre o tema, recomendo com força aos (dois?) leitores curitibanos uma visita ao Alípio (depois do Gacel Sayah e do Leônidas, ele é meu herói) e à Sombrinha, que estão em cartaz no Teatro Regina Vogue só até este domingo. Aqui tem mais informações. Caso haja na platéia uma risada em momentos inopurtunos e dois tons acima da média, eu estou lá.

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Só pra não perder o hábito: três vivas para a sexta-feira; te vejo no aeroporto às 22h.

Assunto: Au!

Rafael Gaino to me – 10:57 am (6 hours ago)

Você vai me odiar por isso, mas ouve esse som. É metal, eu sei. O cantor fode uma banda que seria muito fodona, mas nessa canção ele até que está bem machão.

A banda é um relógio suíço. Eu fui no show desse disco décadas atrás em Santo André. Tinha roda de pogação, mosh e tudo mais. Metal de branco, mas metal.

Ouve, e pode dizer que me odeia, porra.

Attached file: Dream Theater – 6-00.mp3

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Carla to Rafael – 2:46 pm (2½ hours ago)

Deus do céu, tô aqui ouvindo pela segunda vez pra ver se consigo alcançar qual foi a motivação te levou a me fazer passar por isso. Eu gosto de Lulu, pôrra!

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Carla to Rafael – 2:47 pm (2½ hours ago)

Haha, faltou contar que, há uns 12 anos, eu sofri um assédio sexual nesta linha: um gato vinha me fatiando com os olhos no busão. Desci, ele desceu no mesmo ponto. Apertou o passo, me alcançou e disse “Daê, gata, tá afins de ir no show do Angra comigo hoje?”

Francamente.”

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Rafael Gaino to me – 2:49 pm (2 hours ago)

BWHUAHUA.

Posta essa.

Perdão, mas eu gosto. Todo Gianechini gosta de uma Gabi.

:*

Bora ver um filme fofo?

Então o Batata me orientou a assistir o vídeo de “Seahorse”, música do Devendra cujo perfume pode ser sentido do lado de cá do monitor. ENFÃ: reclamei da morosidade da parada (o final é bacana, garanto) e ele me perguntou se era assim que eu me comportava durante filmes que não fossem da categoria “Transformers”. Eu ri (eu sempre rio), pensei a respeito e rapei o tacho da memória para concluir que nenhum dos últimos filmes que assisti se enquadraria na categoria “ação” – e eu gostei bem de quase todos eles. Vejamos:


Me and You and Everyone We Know é simples, cheiroso e encantador, além de contar com a roteirista, diretora e atriz mais gata de todos os tempos. O HOMEM lembrou de uma frase que só eu mesma poderia ter mesquecido: “I brought you flours.” :~~~

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A Lula e a Baleia é um outro filme em que nada acontece e em que os personagens todos são tão losers quanto eu, você e todo mundo que nós conhecemos. E é justamente isso que é tão legal. O piazinho mais jovem é meu herói.

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Indigènes não é exatamente fofo e nem é desses filmes em que nada acontece. O lance é que temos aqui um filme de guerra com muito menos ação e com emoção além do que normalmente se encontra no gênero (bem de verdade, eu só queria recomendar que você assistisse muito ele. :~ ). Trata do envolvimento de “soldados” argelinos e marroquinos no time da França durante a II Guerra. Filme de guerra que menina gosta, saca só.

Não perda, recomende aos amigos e volte aqui pra me contar.