Estive em Goiânia e me lembrei de você

Taxista curitibano é fedido e antipático. Nas andanças mais recentes por esse país de extensões continentais, pude observar que grazadeus – pelo menos no Centro-Oeste – os motoristas de praça são caras moito simpáticos, solícitos e, se não são cheirosos, pelo menos não fedem; ou, quem sabe, lá eu seja mais gata do que aqui. Enfim: em Brasília, o Seu Geraldo desceu do carro pra levar a minha mala com rodinhas para o interior do lobby do hotel, que ficava a quatro palmos do lugar em que ele estacionou. Em Goiânia, fui presenteada pelo Seu Carlos com este gracioso cartão com uma mensagem cifrada, que acabei descobrindo só ontem na minha bolsa e perdi logo uns trinta segundos tentando desvendar:

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Pode falar, eu sei que você também demorou pra entender. Mais complicado, só o dialeto em que se comunicam os garçons da mesma terra.

Esquisofrênia informativa

Li na Folha e fui lá conferir: os hermanos do diário Página 12 realmente disseram que nosso país em crise aérea vive um momento de “esquizofrenia informativa”. Eu sou muito vítima desse fenômeno, pois tenho a missão de tentar (conseguir é outra história) argumentar com qualquer pessoa que tente me convencer de qualquer coisa sobre o meio de transporte mais seguro do mundo – o meu predileto na categoria segurança continua sendo meu tênis (e suma já daqui você que eu não convidei a me visitar e veio revisar meu texto errado).

Sem querer, acabei esbarrando em mais uma informação a respeito do acidente da TAM que, no que tange à lei de Murphy, por enquanto é campeã.