Fila: um fenômeno curitibano

Talvez eu não seja a voz mais indicada pra levantar essa questão, porque sou meio obcecada pela organização em suas mais diversas manifestações. O negócio é que muitas vezes já vi gente rindo, espantando-se ou mesmo indignando-se com as filas, que (diz-se), são um  fenômeno curitibano.

Considero a fila, enquanto elemento organizador, é um ator da justiça. Eu cheguei primeiro (ou seja, porque acordei mais cedo, saí de casa antes, corri mais, moro mais perto, whatever), é justo que eu seja a primeira a ser atendida, ou servida, ou a entrar. Aceito no mesmo cenário a distribuição de senhas como substituto equivalente. Mas não consigo imaginar outra solução anticaos para resolver a equação gente X demanda. Além disso, a fila é esteticamente mais interessante do que a malcheirosa “muvuca”.

Não defendo a fila, nem recrimino quem goza dela. Só me intriga saber como nos outros pontos do planeta o pessoal se organiza quando uma porção de gente espera ao mesmo tempo pela mesma coisa.

Uma resposta para Fila: um fenômeno curitibano

  1. O fenomeno curitibano mesmo, na minha opinião, é o prórpio curitibano. Um tipo que muitas vezes nem permite perceber se é burro ou maldoso. Filas, pode reparar, sempre criam diversas ramificações e, sempre tem alguém tentando passar a frente ou, a esposa fica na fila do caixa do supermercado que voce escolheu devido aos volumes e, o marido chega depois com um carrinho transbordante.

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